conto da clarisse lispector sobre perdoando deus
autodestruiçao - antecipaçao da morte
medo da morte
Sunday, July 8, 2018
Thursday, June 7, 2018
idéia para texto . os caras que sempre querm mezer no seu cu
texto sobre o cu - Paulo
meter por trás
continuar com a buceta virgem
na frente somos santos se fazemos por trás
fazer merda por trás
ai alternamos quem ferra o outro
prazer em ser ferrado
vingança
os caras que sempre querem meter no meio do seu cu
Uma pessoa nao sao duas pessoas e o Paulo era assim. Sempre queria meter no cu das pessoas. Me engracei com ele no bar balcao, já sabendo que ia dar merda. Sim, os caras que querem enifiar no cu dos outros adoram fazer merda. Nao deu outra, fomos para a cama e ele foi direto ao ponto. a única coisa que me interessa é o rabo.
Juro que me questiono o que leva um homem a apenas querer o cu de uma mulher, sempre o cu, quando ele pode ter outras partes. Explicaçoes osicológicas e sociais nao devem faltar.
Bem, se fosse apenas o Paulo, os prblemas do mundo estariam resolvidos. Fato é que a sociedade anda assim, todo mundo querendo ferrar com todo mundo. A gente fala, dá pra ser com amor? Rapaz, é tanta luta que nem sei o que dizer. E por mais que queiram diferenciar o o privado do público, é tanta violência geral, mesmo que velada.
Dizem que é preferência nacional, digo a bunda, o que nao me surpreende. É por isso que o Brasil anda assim. Só tem político metendo na bunda dos brasileiros. Fazer amor, quem quer?
Nos escritórios, nas favelas, por todo lugar, apenas observem. É. Nossa cultural é essa. Todo mundo prefere o cu. Deve ser porque isso nos iguala. Cu todos temos, certo?
E nessa filosofia, resolvi meter no cu do Paulo, Me vinguei. Pelas costas, claro. Que é onde todos nós nos sentimos mais confortáveis.
Também tem o seguinte: quando a gente mete por trás, é possível manter virgem a Maria. Continuamos todos santos, mesmo que psicopatas.
meter por trás
continuar com a buceta virgem
na frente somos santos se fazemos por trás
fazer merda por trás
ai alternamos quem ferra o outro
prazer em ser ferrado
vingança
os caras que sempre querem meter no meio do seu cu
Uma pessoa nao sao duas pessoas e o Paulo era assim. Sempre queria meter no cu das pessoas. Me engracei com ele no bar balcao, já sabendo que ia dar merda. Sim, os caras que querem enifiar no cu dos outros adoram fazer merda. Nao deu outra, fomos para a cama e ele foi direto ao ponto. a única coisa que me interessa é o rabo.
Juro que me questiono o que leva um homem a apenas querer o cu de uma mulher, sempre o cu, quando ele pode ter outras partes. Explicaçoes osicológicas e sociais nao devem faltar.
Bem, se fosse apenas o Paulo, os prblemas do mundo estariam resolvidos. Fato é que a sociedade anda assim, todo mundo querendo ferrar com todo mundo. A gente fala, dá pra ser com amor? Rapaz, é tanta luta que nem sei o que dizer. E por mais que queiram diferenciar o o privado do público, é tanta violência geral, mesmo que velada.
Dizem que é preferência nacional, digo a bunda, o que nao me surpreende. É por isso que o Brasil anda assim. Só tem político metendo na bunda dos brasileiros. Fazer amor, quem quer?
Nos escritórios, nas favelas, por todo lugar, apenas observem. É. Nossa cultural é essa. Todo mundo prefere o cu. Deve ser porque isso nos iguala. Cu todos temos, certo?
E nessa filosofia, resolvi meter no cu do Paulo, Me vinguei. Pelas costas, claro. Que é onde todos nós nos sentimos mais confortáveis.
Também tem o seguinte: quando a gente mete por trás, é possível manter virgem a Maria. Continuamos todos santos, mesmo que psicopatas.
Monday, May 28, 2018
Sunday, May 27, 2018
ideia para um texto sobre perdoando Deus
Perdoando Deus deus e o rato
questap chave encontro com a mendiga podia falar com ela mas fiquei em pânico de ser tocada por ela - toque - pele -
queria me aproximar dela através da linguagem, eu falando de uma forma menos culta, como quando falamos com os estrageiros, mais alto e compasso
queria toc´-la com a minha língua, como se a minha linguagem pudesse tocar
mas dentro de mim ficava corrigindo todos os erros de português que ela cometia
CONTATO
contato físico
libguagem ser pele
olhos
Quando eu meditava
meu encontro com o a mendiga no dia da Páscoa no supermercado
ela queria comprar peixe
todos se afastaram do balcao da peixaria
eu me afastei
pra que eu medito
fri conversando com o porteiro
vem de um lugar humilde
ofende o porteiro
insulta
me xhama para meditar
projeçao de deus do bom, belo e justo
sangue
humano
rato diabo
sobre chorar no cinema por ver uma cena cheia de menigos, se chocar
passar pela rua e nem dar bola para os mendigos, ignorar
limpo x sujo
buscamos a iluminaçao, mas nao aceitamos a purulenta sombra
bodes expiatórios
personagem do conto se vê “na lama e no esterco do mundo” (MONTAIGNE,
1972, p.214), junto com o animal que mais lhe causa repulsa, sua reação é a
revolta, pois seu orgulho a coloca numa posição muito mais próxima a Deus do
que ao rato.
culminar no entendimento de
Montaigne relativo à forma com que se chega à crença em Deus: por fatores
humanos, e não por uma série de raciocínios lógico-científicos.
Para isso, Montaigne defende que a “ciência divina” penetra
em nós não por força do raciocínio, mas sim por extraordinária graça. Em outras
palavras, a religião chega a nós por fatores que não são científicos. E
A protagonista do conto Perdoando Deus é certamente um exemplo perfeito
dessa ideia. Suas indagações são resultado não de uma análise fria e racional; na
verdade, derivam de uma experiência efetivamente vivida, que causou grande
impacto em sua alma. Conclui a personagem que o amor que ela dedicava a Deus
era não de proximidade, mas de oposição: “Eu, que sem nem ao menos ter me
percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário, e ao meu contrário quero chamar
de Deus”. (p. 45) A personagem não se aceitava de fato, e seu momento de
iluminação, de entendimento, dar-se-á a partir do momento em que é capaz de
superar essa não aceitação, de se perceber humana simplesmente: “Como posso
amar a grandeza do mundo se não posso amar o tamanho da minha natureza?”
CONTATO OLHOS
Na verdade, os olhos têm uma dupla função: são o órgão da visão, e também o órgão do contato.
Quando os olhos de duas pessoas se encontram, há uma sensação de contato físico entre elas. A qualidade deste contato depende da expressão do olhar. O olhar pode ser tão duro e forte que faz o efeito de um tapa no rosto, ou pode ser penetrante, desnudante, etc..
Podemos olhar dentro da pessoa, através dela, além dela, e em torno dela.
O ato de olhar envolve um componente de agressividade ou de afetividade que pode ser definido como uma “invasão” com os olhos. O contato é uma função do olhar. Por outro lado, o ver é um processo mais passivo no qual permitimos que o estímulo penetre nos olhos e dê origem apenas a uma imagem. Em olhando, uma pessoa se revela através dos olhos.
O contato dos olhos é uma das formas mais fortes e íntimas de contato entre as pessoas. Este contato envolve a comunicação do sentimento num nível mais profundo do que o verbal, porque o contato dos olhos é uma forma de toque. Por esta razão pode ser um contato bastante excitante. Quando, por exemplo, os olhos de um homem e de uma mulher se encontram, a excitação pode ser tão forte que corre pelo corpo todo, da boca do estômago para os genitais. Tal experiência é descrita como “amor à primeira vista”. Os olhos ficam abertos e convidativos, e o olhar tem uma característica de erotismo.
O olhar desmascara as palavras. A mãe pode dizer ao filho que o ama, mas se seu olhar é frio e distante, e se sua voz é inexpressiva ou ríspida, a criança não terá a sensação de ser amada. É mais provável que sinta o oposto. Isto produzirá na criança uma confusão que será resolvida neuroticamente, pois a criança, ansiosa para acreditar nas palavras da mãe, se volta contra suas próprias sensações.
https://www.analisebioenergetica.com/fla/o-contato-dos-olhos/
https://www.analisebioenergetica.com/fla/o-contato-dos-olhos/
questap chave encontro com a mendiga podia falar com ela mas fiquei em pânico de ser tocada por ela - toque - pele -
queria me aproximar dela através da linguagem, eu falando de uma forma menos culta, como quando falamos com os estrageiros, mais alto e compasso
queria toc´-la com a minha língua, como se a minha linguagem pudesse tocar
mas dentro de mim ficava corrigindo todos os erros de português que ela cometia
CONTATO
contato físico
libguagem ser pele
olhos
Quando eu meditava
meu encontro com o a mendiga no dia da Páscoa no supermercado
ela queria comprar peixe
todos se afastaram do balcao da peixaria
eu me afastei
pra que eu medito
fri conversando com o porteiro
vem de um lugar humilde
ofende o porteiro
insulta
me xhama para meditar
projeçao de deus do bom, belo e justo
sangue
humano
rato diabo
sobre chorar no cinema por ver uma cena cheia de menigos, se chocar
passar pela rua e nem dar bola para os mendigos, ignorar
limpo x sujo
buscamos a iluminaçao, mas nao aceitamos a purulenta sombra
bodes expiatórios
personagem do conto se vê “na lama e no esterco do mundo” (MONTAIGNE,
1972, p.214), junto com o animal que mais lhe causa repulsa, sua reação é a
revolta, pois seu orgulho a coloca numa posição muito mais próxima a Deus do
que ao rato.
culminar no entendimento de
Montaigne relativo à forma com que se chega à crença em Deus: por fatores
humanos, e não por uma série de raciocínios lógico-científicos.
Para isso, Montaigne defende que a “ciência divina” penetra
em nós não por força do raciocínio, mas sim por extraordinária graça. Em outras
palavras, a religião chega a nós por fatores que não são científicos. E
A protagonista do conto Perdoando Deus é certamente um exemplo perfeito
dessa ideia. Suas indagações são resultado não de uma análise fria e racional; na
verdade, derivam de uma experiência efetivamente vivida, que causou grande
impacto em sua alma. Conclui a personagem que o amor que ela dedicava a Deus
era não de proximidade, mas de oposição: “Eu, que sem nem ao menos ter me
percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário, e ao meu contrário quero chamar
de Deus”. (p. 45) A personagem não se aceitava de fato, e seu momento de
iluminação, de entendimento, dar-se-á a partir do momento em que é capaz de
superar essa não aceitação, de se perceber humana simplesmente: “Como posso
amar a grandeza do mundo se não posso amar o tamanho da minha natureza?”
CONTATO OLHOS
Na verdade, os olhos têm uma dupla função: são o órgão da visão, e também o órgão do contato.
Quando os olhos de duas pessoas se encontram, há uma sensação de contato físico entre elas. A qualidade deste contato depende da expressão do olhar. O olhar pode ser tão duro e forte que faz o efeito de um tapa no rosto, ou pode ser penetrante, desnudante, etc..
Podemos olhar dentro da pessoa, através dela, além dela, e em torno dela.
O ato de olhar envolve um componente de agressividade ou de afetividade que pode ser definido como uma “invasão” com os olhos. O contato é uma função do olhar. Por outro lado, o ver é um processo mais passivo no qual permitimos que o estímulo penetre nos olhos e dê origem apenas a uma imagem. Em olhando, uma pessoa se revela através dos olhos.
O contato dos olhos é uma das formas mais fortes e íntimas de contato entre as pessoas. Este contato envolve a comunicação do sentimento num nível mais profundo do que o verbal, porque o contato dos olhos é uma forma de toque. Por esta razão pode ser um contato bastante excitante. Quando, por exemplo, os olhos de um homem e de uma mulher se encontram, a excitação pode ser tão forte que corre pelo corpo todo, da boca do estômago para os genitais. Tal experiência é descrita como “amor à primeira vista”. Os olhos ficam abertos e convidativos, e o olhar tem uma característica de erotismo.
O olhar desmascara as palavras. A mãe pode dizer ao filho que o ama, mas se seu olhar é frio e distante, e se sua voz é inexpressiva ou ríspida, a criança não terá a sensação de ser amada. É mais provável que sinta o oposto. Isto produzirá na criança uma confusão que será resolvida neuroticamente, pois a criança, ansiosa para acreditar nas palavras da mãe, se volta contra suas próprias sensações.
https://www.analisebioenergetica.com/fla/o-contato-dos-olhos/
https://www.analisebioenergetica.com/fla/o-contato-dos-olhos/
Friday, May 25, 2018
ideia de texto para cronica geruza
desabar
desabar as estruturas do metro - enquanto eu subo as escadas
desabou o predio
cair
vertigem
a vertigem de cair
estruturas
desabamento do corpo - pele, rastejo,, de quatro
fome, frio
desabar as estruturas do metro - enquanto eu subo as escadas
desabou o predio
cair
vertigem
a vertigem de cair
estruturas
desabamento do corpo - pele, rastejo,, de quatro
fome, frio
Saturday, May 19, 2018
ideia para palestra - ou história AUTOCORRETOR
mais importante do que mudar de emprego, profissao ou marido, é mudar o que se repete em mim nao importa a profissao, o emprego ou marido
exemplos subserviência
a vontade que alguém me carregue, me pegue no colo
a vontade de mandar ou ser mandado
o medo de cair
o medo de subir
o medo de me esconder
o medo de me revelar
olhar - olhos
ver - coraçao
agir - pelvis
andar com os meus pés em cima da terra (e nao ser levado)
deixar a minha cabeça nas nuvens (e nao encolher, abaixar, se subneter)
fazer com as minhas maos (e nao executar)
exemplos subserviência
a vontade que alguém me carregue, me pegue no colo
a vontade de mandar ou ser mandado
o medo de cair
o medo de subir
o medo de me esconder
o medo de me revelar
olhar - olhos
ver - coraçao
agir - pelvis
andar com os meus pés em cima da terra (e nao ser levado)
deixar a minha cabeça nas nuvens (e nao encolher, abaixar, se subneter)
fazer com as minhas maos (e nao executar)
ideia para crônica - árvore parque verde
Matam árvores porque atrapalha
Matam bichos porque atrapalha
Matam gente porque atrapalha
Matam bichos porque atrapalha
Matam gente porque atrapalha
ieda e chiquito palestra sobre tempo/idade/transformaçao. REINVENCAO
Ieda e Chiquito - história pessoal
A gente nao sabe o futuro - ieda se casou aos 80 anos
o que nos segura - a mae
tudo o que pode acontecer tao rápido - casar, divorciar, voltar
prazer - sexo aos 88 anos
exemplo da minha avó - aos 70 anos falou que iria morrer - viveu até os 100 anos
Criar uma história profissional
larguei o google com 40 anos - perspectiva: tenho mais 30 anos pela frente
astronauta disse que vamos viver 300 anos
expectativa de vida
8 anos nova carreira
reinvençao
o problema nao é que a gente vai viver pouco. É que a gente vai viver muito.
A gente nao sabe o futuro - ieda se casou aos 80 anos
o que nos segura - a mae
tudo o que pode acontecer tao rápido - casar, divorciar, voltar
prazer - sexo aos 88 anos
exemplo da minha avó - aos 70 anos falou que iria morrer - viveu até os 100 anos
Criar uma história profissional
larguei o google com 40 anos - perspectiva: tenho mais 30 anos pela frente
astronauta disse que vamos viver 300 anos
expectativa de vida
8 anos nova carreira
reinvençao
o problema nao é que a gente vai viver pouco. É que a gente vai viver muito.
LIVROS
Performances - contacao de história
Histórias da Bahia -
3a. pessoa vira contaçao de história
Mulher Bomba (sobre o amor - arma indestrutível)
Tengo-Lengo (sobre a Liberdade)
Ieda e Chiquto - sobre a idade
Ale (EXU)
Salvador Dali
Buracao (conto - transformar em terceira pessoa)
Encontros e desencontros - relacionamentos (CONTOS)
hey jude
nietzsche
paulo - primeiro namorado tipo ieda e chiquito
CONTACAO DE HISTÓRIA posso usar nas empresas - narrar em terceira pessoa
TEATRO
Histórias da Bahia -
3a. pessoa vira contaçao de história
Mulher Bomba (sobre o amor - arma indestrutível)
Tengo-Lengo (sobre a Liberdade)
Ieda e Chiquto - sobre a idade
Ale (EXU)
Salvador Dali
Buracao (conto - transformar em terceira pessoa)
Encontros e desencontros - relacionamentos (CONTOS)
hey jude
nietzsche
paulo - primeiro namorado tipo ieda e chiquito
CONTACAO DE HISTÓRIA posso usar nas empresas - narrar em terceira pessoa
TEATRO
Divisao Corpo e Mente - Texxto - A palavra que vem do corpo e nao da mente
Pessoas que pensam normalmente nao gostam de mexer o corpo
Pessoas que gostam de mexer o corpo, nao pensam
quando eu tô pensando no texto, nao consigo mexer o corpo
quando eu danço, nao preciso usar a palavra
a palavra que vem do corpo
Pessoas que gostam de mexer o corpo, nao pensam
quando eu tô pensando no texto, nao consigo mexer o corpo
quando eu danço, nao preciso usar a palavra
a palavra que vem do corpo
Anor filial/ Amor fraternal - conto - realismo fantástico - édipo
pais e maes que casam com seus filhos
filho de 30 anos que dorme na cama da mae
filho de 50 anos que dorme na cama do pai
filho de 45 que nao dorme fora de casa por causa da mae
filho aos 30 anos que ainda mama
Paulo viajando com o filho
tomando suco no mesmo copo com dois canudos
fazendo declaraçoes para o filho: amor real, amor para toda a vida,
Jaderson com a filha viajando para Paris
Sérgio com a filha viajando para Holanda - declaraçoes muitas de amor
minha dinda e maezinha
fernando/eric separam e voltam para a casa da mae
em quem eu posso confiar (nos iguais)
eu posso confiar nos homens (amor fraternal) - pessoas iguais a mim - o meu grupo de 10 homens - machismo
eu posso confiar nas mulheres (amor fraternal) meus grupos de mulheres - feminismo
banquete de platao
Comando reverso - o pai ou a mae pede permissao para os filhos para namorar, quer dormir na cama com os filhos
os filhos viram pais dos pais
sérgio queria a permissao do filho pra namorar
denis, paulo
meus filhos precisam autorizar o meu namoro
exatamente como acontecia antigamente - os pais autorizavam o namoro dos filhos
romeu e julieta - mais velhos, quem tem que dar a permissao sao os filhos
filho de 30 anos que dorme na cama da mae
filho de 50 anos que dorme na cama do pai
filho de 45 que nao dorme fora de casa por causa da mae
filho aos 30 anos que ainda mama
Paulo viajando com o filho
tomando suco no mesmo copo com dois canudos
fazendo declaraçoes para o filho: amor real, amor para toda a vida,
Jaderson com a filha viajando para Paris
Sérgio com a filha viajando para Holanda - declaraçoes muitas de amor
minha dinda e maezinha
fernando/eric separam e voltam para a casa da mae
em quem eu posso confiar (nos iguais)
eu posso confiar nos homens (amor fraternal) - pessoas iguais a mim - o meu grupo de 10 homens - machismo
eu posso confiar nas mulheres (amor fraternal) meus grupos de mulheres - feminismo
banquete de platao
Comando reverso - o pai ou a mae pede permissao para os filhos para namorar, quer dormir na cama com os filhos
os filhos viram pais dos pais
sérgio queria a permissao do filho pra namorar
denis, paulo
meus filhos precisam autorizar o meu namoro
exatamente como acontecia antigamente - os pais autorizavam o namoro dos filhos
romeu e julieta - mais velhos, quem tem que dar a permissao sao os filhos
Idéia para texto: repetiçao dos nomes
exemplo:
Roney - ronnie von
eduardo, ricardo, pedro
ou de mulheres
hildene - hildas marida nilda - hilda - hilde
eduardo - roberta, roberta
ludmila - luiz, luiz
andrea
cristiane
fernando
sérgio e Paulo - irmaos
namorei com o sérgio e depois veio o paulo
Roney - ronnie von
eduardo, ricardo, pedro
ou de mulheres
hildene - hildas marida nilda - hilda - hilde
eduardo - roberta, roberta
ludmila - luiz, luiz
andrea
cristiane
fernando
sérgio e Paulo - irmaos
namorei com o sérgio e depois veio o paulo
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