Friday, January 24, 2020

Eu sou a louca das fotos - falas de crianças

Antonia, 6 anos, na oficina de animaçao de colagem da ana paula no sesc consolaçao.
repetindo como papagaio a fala dos pais
a mae, que a acompanhava, só dizia que ela falava muito, que isso incomodava os outros, que ninguém gosta de quem fala demais, vira o chato da turma
ai a antonia dizia: eu falo demais
é assustador
outo menino de 8 anos disse: agora vamos brincar de fazer silêncio - num superego mandante
outra fala que ouviu da mae ou da professora
o outro de 10, bem comportado e CDF, narrava que a professora, sem motivo nenhum, nao gostava dele "eu era o saco de pacada"

Dramaturgia sobre Shopping Center Espiritual - Quando tudo se desfaz, orientacoes para tempos difíceis

"A verdade é que, a partir do momento em que realmente iniciamos esse processo, nós nos tornamos cada vez mais modestos." (p. 3)

- Queria demais acreditar que isso ocorre 100%. Mas a primeira decepção que temos é essa: no mundo dos buscadores de autoconhecimento, raríssimos são os modestos. Você vai se deparar com mais vaidade, acredite, que no meio artístico. Aí sim, depois de uns bons anos, depois de ter levado bastante chute no traseiro (e dado outros tantos), a vida te amansa e as coisas começam melhorar.

Contentamento é sinônimo de solidão, de solidão tranquila, de acomodar-se na solidão refrescante.” (p. 60) - acredito que seja um pensamento religioso budista e cristao - separaçao entre homem e mulher - ausência de diálogo

“De algum modo, nesse processo de tentar negar que tudo está sempre em mudança, perdemos nossa percepção do sagrado da vida. Temos uma tendência a esquecer que fazemos parte do esquema natural das coisas.” (p. 65) - de novo, essa relaçao com o sagrado é um discurso religioso. Nao existe separaçao entre o divino e o profano, entre o sagrado e a realidade, entre a carne e a alma.

- No cristianismo, somos educados a pensar que há um grande projeto que nos foi destinado. Acho o budismo de uma modéstia acachapante.

“Para pôr um fim às guerras é preciso deixar de odiar o inimigo.” (p. 119)
 O fim do conceito do oponente, do inimigo, do diabo.

“Não há ponto de referência no caminho do meio.” (p. 56)

"Há, com certeza, uma qualidade delicada e vibrante quando experimentamos não ter nenhuma base." (p. 9)


"Quando tudo se desintegra, somos submetidos a uma espécie de teste, e também a um certo processo de cura." (p. 9)

"Ficar nesse desequilíbrio - com o coração partido, o estômago apertado, o sentimento de desesperança e o desejo de vingança - é o caminho do verdadeiro despertar." (p. 12)

“A morte e a desesperança fornecem a motivação correta para viver a vida com mais discernimento e compaixão.” (p. 47) - RESUMO DO MEU 2019

“Frequentemente, diz-se que a paz é a quarta marca da existência. Não se trata da paz em oposição à guerra, mas do bem-estar que surge quando vemos os infinitos pares de opostos como complementares.” (p. 69) - Momento atuall

“Quando compreendemos que o caminho é o objetivo, surge uma sensação de viabilidade.” (p. 156)

"O próximo passo consiste em conter-se. A atenção plena é a base, conter-se é o caminho. [...] [Conter-se] É a prática de não preencher imediatamente o espaço apenas porque surgiu uma lacuna." (p. 35)

"Simplesmente parar, em vez de preencher imediatamente o espaço, representa uma experiência transformadora." (p. 38)

“A meditação é, provavelmente, a única atividade que não acrescenta nada ao cenário.” (p. 113)

Que se desfaça: "Ficaremos dando voltas inúteis com nossos pensamentos se acreditarmos em sua solidez." (p. 24)

"O que torna maitri [conceito budista traduzido por Pema como bondade amorosa] uma abordagem tão diferente é o fato de não estarmos tentando resolver um problema. Não estamos lutando para afastar a dor ou para nos tornarmos uma pessoa melhor. Na verdade, estamos desistindo completamente de ter controle e deixando que os conceitos e ideais desmoronem." (p. 28-29)

Todo medroso é um controlador

"Há um ensinamento sobre os três tipos de despertar: despertar do sonho do sono normal, despertar, ao morrer, do sonho da vida e despertar, em plena iluminação, do sonho da ilusão." (p. 31)

"Esse é um ponto importante, pois representa o início do início. Sem desistir da esperança - de que há um lugar melhor para estar, de que há alguém melhor para ser - nunca relaxaremos onde estamos ou naquilo que somos!" (p. 41)


“Não-teísmo é perceber, finalmente, que não existe babá com quem contar. Você consegue uma babá ótima e, então, ela se vai. Não-teísmo é compreender que não são apenas as babás que vêm e vão. A vida toda é assim. Essa é a verdade, e a verdade incomoda.

BOMBA!!!!!!!!!!! 

Para aqueles que desejam agarrar-se a algo, a vida é ainda mais difícil. Sob esse ponto de vista, o teísmo é um vício. Somos viciados em esperança – esperança de que a dúvida e o mistério se dissipem. Essa dependência tem um doloroso efeito sobre a sociedade: uma sociedade baseada em muitas pessoas viciadas em conseguir um apoio para si mesmas não é um lugar compassivo.” (p. 43)

Permitir que as coisas se dissolvam é, às vezes, chamado de desapego.” (p. 54)

Quando expiramos alívio e sensação de espaço, também estamos promovendo a desintegração da couraça. A expiração é uma metáfora para expressar a abertura total de nosso próprio ser. 








Sunday, July 8, 2018

idéia para texto - matar a morte

conto da clarisse lispector sobre perdoando deus

autodestruiçao - antecipaçao da morte
medo da morte

Thursday, June 7, 2018

idéia para texto . os caras que sempre querm mezer no seu cu

texto sobre o cu - Paulo
meter por trás
continuar com a buceta virgem
na frente somos santos se fazemos por trás
fazer merda por trás
ai alternamos quem ferra o outro
prazer em ser ferrado
vingança

os caras que sempre querem meter no meio do seu cu

Uma pessoa nao sao duas pessoas e o Paulo era assim. Sempre queria meter no cu das pessoas. Me engracei com ele no bar balcao, já sabendo que ia dar merda. Sim, os caras que querem enifiar no cu dos outros adoram fazer merda. Nao deu outra, fomos para a cama e ele foi direto ao ponto. a única coisa que me interessa é o rabo.

Juro que me questiono o que leva um homem a apenas querer o cu de uma mulher, sempre o cu, quando ele pode ter outras partes. Explicaçoes osicológicas e sociais nao devem faltar.

Bem, se fosse apenas o Paulo, os prblemas do mundo estariam resolvidos. Fato é que a sociedade anda assim, todo mundo querendo ferrar com todo mundo. A gente fala, dá pra ser com amor? Rapaz, é tanta luta que nem sei o que dizer. E por mais que queiram diferenciar o o privado do público, é tanta violência geral, mesmo que velada.

Dizem que é preferência nacional, digo a bunda, o que nao me surpreende. É por isso que o Brasil anda assim. Só tem político metendo na bunda dos brasileiros. Fazer amor, quem quer?

Nos escritórios, nas favelas, por todo lugar, apenas observem. É. Nossa cultural é essa. Todo mundo prefere o cu. Deve ser porque isso nos iguala. Cu todos temos, certo?

E nessa filosofia, resolvi meter no cu do Paulo, Me vinguei. Pelas costas, claro. Que é onde todos nós nos sentimos mais confortáveis.

Também tem o seguinte: quando a gente mete por trás, é possível manter virgem a Maria. Continuamos todos santos, mesmo que psicopatas.








Sunday, May 27, 2018

ideia para um texto sobre perdoando Deus

Perdoando Deus deus e o rato


questap chave encontro com a mendiga podia falar com ela mas fiquei em pânico de ser tocada por ela - toque - pele -
queria me aproximar dela através da linguagem, eu falando de uma forma menos culta, como quando falamos com os estrageiros, mais alto e compasso
queria toc´-la com a minha língua, como se a minha linguagem pudesse tocar
mas dentro de mim ficava corrigindo todos os erros de português que ela cometia

CONTATO
contato físico
libguagem ser pele
olhos


Quando eu meditava
meu encontro com o a mendiga no dia da Páscoa no supermercado
ela queria comprar peixe
todos se afastaram do balcao da peixaria
eu me afastei
pra que eu medito
fri conversando com o porteiro
vem de um lugar humilde
ofende o porteiro
insulta
me xhama para meditar

projeçao de deus do bom, belo e justo
sangue
humano

rato diabo

sobre chorar no cinema por ver uma cena cheia de menigos, se chocar
passar pela rua e nem dar bola para os mendigos, ignorar
limpo x sujo

buscamos a iluminaçao, mas nao aceitamos a purulenta sombra
bodes expiatórios

personagem do conto se vê “na lama e no esterco do mundo” (MONTAIGNE,
1972, p.214), junto com o animal que mais lhe causa repulsa, sua reação é a
revolta, pois seu orgulho a coloca numa posição muito mais próxima a Deus do
que ao rato.

culminar no entendimento de
Montaigne relativo à forma com que se chega à crença em Deus: por fatores
humanos, e não por uma série de raciocínios lógico-científicos.

Para isso, Montaigne defende que a “ciência divina” penetra
em nós não por força do raciocínio, mas sim por extraordinária graça. Em outras
palavras, a religião chega a nós por fatores que não são científicos. E

A protagonista do conto Perdoando Deus é certamente um exemplo perfeito
dessa ideia. Suas indagações são resultado não de uma análise fria e racional; na
verdade, derivam de uma experiência efetivamente vivida, que causou grande
impacto em sua alma. Conclui a personagem que o amor que ela dedicava a Deus
era não de proximidade, mas de oposição: “Eu, que sem nem ao menos ter me
percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário, e ao meu contrário quero chamar
de Deus”. (p. 45) A personagem não se aceitava de fato, e seu momento de
iluminação, de entendimento, dar-se-á a partir do momento em que é capaz de
superar essa não aceitação, de se perceber humana simplesmente: “Como posso
amar a grandeza do mundo se não posso amar o tamanho da minha natureza?”

CONTATO OLHOS
Na verdade, os olhos têm uma dupla função: são o órgão da visão, e também o órgão do contato.

Quando os olhos de duas pessoas se encontram, há uma sensação de contato físico entre elas. A qualidade deste contato depende da expressão do olhar. O olhar pode ser tão duro e forte que faz o efeito de um tapa no rosto, ou pode ser penetrante, desnudante, etc..
Podemos olhar dentro da pessoa, através dela, além dela, e em torno dela.

O ato de olhar envolve um componente de agressividade ou de afetividade que pode ser definido como uma “invasão” com os olhos. O contato é uma função do olhar. Por outro lado, o ver é um processo mais passivo no qual permitimos que o estímulo penetre nos olhos e dê origem apenas a uma imagem. Em olhando, uma pessoa se revela através dos olhos.

O contato dos olhos é uma das formas mais fortes e íntimas de contato entre as pessoas. Este contato envolve a comunicação do sentimento num nível mais profundo do que o verbal, porque o contato dos olhos é uma forma de toque. Por esta razão pode ser um contato bastante excitante. Quando, por exemplo, os olhos de um homem e de uma mulher se encontram, a excitação pode ser tão forte que corre pelo corpo todo, da boca do estômago para os genitais. Tal experiência é descrita como “amor à primeira vista”. Os olhos ficam abertos e convidativos, e o olhar tem uma característica de erotismo.

O olhar desmascara as palavras. A mãe pode dizer ao filho que o ama, mas se seu olhar é frio e distante, e se sua voz é inexpressiva ou ríspida, a criança não terá a sensação de ser amada. É mais provável que sinta o oposto. Isto produzirá na criança uma confusão que será resolvida neuroticamente, pois a criança, ansiosa para acreditar nas palavras da mãe, se volta contra suas próprias sensações.

https://www.analisebioenergetica.com/fla/o-contato-dos-olhos/

https://www.analisebioenergetica.com/fla/o-contato-dos-olhos/

Friday, May 25, 2018

ideia de texto para cronica geruza

desabar

desabar as estruturas do metro - enquanto eu subo as escadas
desabou o predio
cair
vertigem
a vertigem de cair
estruturas
desabamento do corpo - pele, rastejo,, de quatro
fome, frio