Sunday, May 27, 2018

ideia para um texto sobre perdoando Deus

Perdoando Deus deus e o rato


questap chave encontro com a mendiga podia falar com ela mas fiquei em pânico de ser tocada por ela - toque - pele -
queria me aproximar dela através da linguagem, eu falando de uma forma menos culta, como quando falamos com os estrageiros, mais alto e compasso
queria toc´-la com a minha língua, como se a minha linguagem pudesse tocar
mas dentro de mim ficava corrigindo todos os erros de português que ela cometia

CONTATO
contato físico
libguagem ser pele
olhos


Quando eu meditava
meu encontro com o a mendiga no dia da Páscoa no supermercado
ela queria comprar peixe
todos se afastaram do balcao da peixaria
eu me afastei
pra que eu medito
fri conversando com o porteiro
vem de um lugar humilde
ofende o porteiro
insulta
me xhama para meditar

projeçao de deus do bom, belo e justo
sangue
humano

rato diabo

sobre chorar no cinema por ver uma cena cheia de menigos, se chocar
passar pela rua e nem dar bola para os mendigos, ignorar
limpo x sujo

buscamos a iluminaçao, mas nao aceitamos a purulenta sombra
bodes expiatórios

personagem do conto se vê “na lama e no esterco do mundo” (MONTAIGNE,
1972, p.214), junto com o animal que mais lhe causa repulsa, sua reação é a
revolta, pois seu orgulho a coloca numa posição muito mais próxima a Deus do
que ao rato.

culminar no entendimento de
Montaigne relativo à forma com que se chega à crença em Deus: por fatores
humanos, e não por uma série de raciocínios lógico-científicos.

Para isso, Montaigne defende que a “ciência divina” penetra
em nós não por força do raciocínio, mas sim por extraordinária graça. Em outras
palavras, a religião chega a nós por fatores que não são científicos. E

A protagonista do conto Perdoando Deus é certamente um exemplo perfeito
dessa ideia. Suas indagações são resultado não de uma análise fria e racional; na
verdade, derivam de uma experiência efetivamente vivida, que causou grande
impacto em sua alma. Conclui a personagem que o amor que ela dedicava a Deus
era não de proximidade, mas de oposição: “Eu, que sem nem ao menos ter me
percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário, e ao meu contrário quero chamar
de Deus”. (p. 45) A personagem não se aceitava de fato, e seu momento de
iluminação, de entendimento, dar-se-á a partir do momento em que é capaz de
superar essa não aceitação, de se perceber humana simplesmente: “Como posso
amar a grandeza do mundo se não posso amar o tamanho da minha natureza?”

CONTATO OLHOS
Na verdade, os olhos têm uma dupla função: são o órgão da visão, e também o órgão do contato.

Quando os olhos de duas pessoas se encontram, há uma sensação de contato físico entre elas. A qualidade deste contato depende da expressão do olhar. O olhar pode ser tão duro e forte que faz o efeito de um tapa no rosto, ou pode ser penetrante, desnudante, etc..
Podemos olhar dentro da pessoa, através dela, além dela, e em torno dela.

O ato de olhar envolve um componente de agressividade ou de afetividade que pode ser definido como uma “invasão” com os olhos. O contato é uma função do olhar. Por outro lado, o ver é um processo mais passivo no qual permitimos que o estímulo penetre nos olhos e dê origem apenas a uma imagem. Em olhando, uma pessoa se revela através dos olhos.

O contato dos olhos é uma das formas mais fortes e íntimas de contato entre as pessoas. Este contato envolve a comunicação do sentimento num nível mais profundo do que o verbal, porque o contato dos olhos é uma forma de toque. Por esta razão pode ser um contato bastante excitante. Quando, por exemplo, os olhos de um homem e de uma mulher se encontram, a excitação pode ser tão forte que corre pelo corpo todo, da boca do estômago para os genitais. Tal experiência é descrita como “amor à primeira vista”. Os olhos ficam abertos e convidativos, e o olhar tem uma característica de erotismo.

O olhar desmascara as palavras. A mãe pode dizer ao filho que o ama, mas se seu olhar é frio e distante, e se sua voz é inexpressiva ou ríspida, a criança não terá a sensação de ser amada. É mais provável que sinta o oposto. Isto produzirá na criança uma confusão que será resolvida neuroticamente, pois a criança, ansiosa para acreditar nas palavras da mãe, se volta contra suas próprias sensações.

https://www.analisebioenergetica.com/fla/o-contato-dos-olhos/

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